Grandes aproveitamentos hidráulicos na bacia do Guadiana
Fig III.2.P1-05.03
Albufeiras na bacia nacional
Fig III.2.P1-05.04
Transferências de água entre a bacia do Guadiana e as bacias adjacentes
Fig III.2.P1-06.01
Pontos de descarga final
Fig III.2.P1-06.02
Poluição pontual de origem urbana e industrial em CB05
Fig III.2.P1-06.03
Poluição pontual - Estimativa das cargas pontuais das sub-bacias espanholas do rio Guadiana
Fig III.2.P1-07.01
Qualidade da água - Água doce superficial destinada à produção para consumo humano
Fig III.2.P1-07.02
Qualidade da água para suporte da fauna piscícola de ciprinídeos(1994-1997)
Fig III.2.P1-07.03
Qualidade da água para uso balnear (1994-1997)
Fig III.2.P1-07.04
Conflitos de utilização para consumo humano
Fig III.2.P1-07.05
Conflitos de utilização para suporte da fauna piscícola de ciprinidcos
Fig III.2.P1-07.06
Conflitos de utilização para uso balnear
Fig III.2.P1-07.07
Qualidade da água para consumo humano Nitratos
Fig III.2.P1-08.01
Evolução dos valores da precipitação X(k) e da probabilidade de não excedência na totalidade da área em seca Ano hidrológico 1944/45
Fig III.2.P1l-08.02
Evolução dos valores da precipitação X(k) e da probabilidade de não excedência na totalidade da área em seca Ano hidrológico 1980/81
Fig III.2.P1-08.03
Produção de trigo de sequeiro no ano de 1944/45 (% da produção máxima)
Fig III.2.P1-08.04
Produção de trigo de sequeiro no ano de 1980/81 (% da produção máxima)
Fig III.2.P1-08.05
Regressão da percentagem da produção máxima teórica do trigo de sequeiro com a precepitação annual e com a precepitação dos meses de Março, Abril e Maio